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SCUM Manifesto – Valerie Solanas

“Viver nesta sociedade significa, se tiver sorte, morrer de tédio; nada diz respeito às mulheres; então, àquelas dotadas de uma mente cívica, de sentido de responsabilidade e de busca por emoções, só resta uma possibilidade: derrubar o governo, eliminar o sistema monetário, instaurar a automatização completa e destruir o sexo masculino.”

Valerie Solanas

SCUM Manifesto

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Heterossexualidade compulsória e existência lésbica – Adrienne Rich

Resumo:

Em clássico artigo feminista, a autora propõe a idéia da heterossexualidade como uma instituição política que retira o poder das mulheres. Ela desafia o apagamento da existência lésbica no pensamento feminista bem como no entendimento geral das relações de gênero na sociedade. O artigo trata da identificação entre mulheres em termos de uma agência politicamente motivada. Critica a ideologia que supervaloriza a heterocentricidade, mesmo entre feministas. De acordo com sua crítica, Rich coloca-se a favor de um continuum lésbico, que abarcaria um grande escopo de variedades de experiências de identificação entre mulheres. A existência lésbica deveria ser reconhecida historicamente e empodera as vidas de todas as mulheres.

Link do escrito 

Material Feminista 

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“Feminismo Radical: História, Política e Ação” (Parte) – Robyn Rowland e Renate Klein

“Feminismo Radical: História, Política e Ação” (Parte) – Robyn Rowland e Renate Klein

“Por conta de sua própria natureza, o feminismo radical se concentrou em criar sua teoria nos escritos das vidas das mulheres e da análise política da opressão das mulheres. Pouco tempo foi dedicado a definir e redefinir nossa “teoria” pelo propósito da teoria. Onde os feminismos socialista, liberal e, mais recentemente, pós-moderno possuem convenientes estruturas teóricas existentes para manipular e re-manipular, as esticando como uma pele ao longo do tambor das experiências das mulheres, o feminismo radical cria uma teoria política e social da opressão das mulheres, e estratégias para acabar com essa opressão que vem das experiências vividas das mulheres […]”

Tradução Maria da Silva